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Haddad discutirá transição ecológica e reforma do G20 na França

A transição ecológica e a reforma do G20 (grupo das 19 maiores economias do planeta, mais União Europeia e União Africana) serão o foco da viagem do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, à França. O ministro embarcou no domingo (30) e retorna a Brasília na quarta-feira (2).https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1636684&o=nodehttps://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1636684&o=node

 

A viagem tem como objetivo restaurar o diálogo econômico entre o Brasil e a França, concentrado nos ministérios da área, e preparar a viagem que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará ao país em junho. Segundo o Ministério da Fazenda, as conversas econômicas estão concentradas nos seguintes eixos: Reformas econômicas no Brasil e na França; Cooperação multilateral, arquitetura financeira internacional, reforma do G20; Transformações ecológicas e sustentabilidade financeira e Complementaridade entre setores econômicos no Brasil e na França.

 

Em relação às reformas econômicas, Haddad pretende apresentar ao governo e a empresários franceses oportunidades de investimento estrangeiro no Brasil trazidas pela reforma tributária, regulamentada no ano passado e que entrará gradualmente em vigor a partir de 2026.

 

Em relação ao Plano de Transformação Ecológica, Haddad apresentará ao ministro da Economia francês, ÉricLombard, a experiência do governo brasileiro em incluir o desenvolvimento sustentável e o meio ambiente na política econômica.

 

Os destaques na área ambiental são o Mecanismo de Financiamento das Florestas Tropicais (TFFF, na sigla em inglês) e a integração do mercado global de créditos de carbono. Lançado em 2023 pela ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, na COP28, o TFFF pretende arrecadar US$ 125 bilhões de fundos soberanos para serem investidos nas florestas tropicais.

 

Sobre o mercado de créditos de carbono, Haddad pretende apresentar a regulamentação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa, sancionada no fim do ano passado, e discutir a articulação do mercado global de carbono.

 

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