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Prazo para reparos em muro na alça da Barroca Funda termina hoje

A alça de acesso do viaduto Monsenhor Gustavo Mantovani, na região da Barroca Funda, segue interditada. O impedimento de passagem desde o dia 23 de dezembro ocorre de forma preventiva devido a problemas estruturais em um muro localizado no local. De acordo com informações técnicas divulgadas pela Prefeitura de Limeira, o fechamento foi adotado por segurança e impacta diretamente o grande fluxo de veículos. O proprietário da área foi notificado na época, e o prazo para solucionar o problema termina hoje, 23 de janeiro.

A Gazeta entrou em contato com a Prefeitura e a Câmara Municipal para apurar as medidas adotadas, visto que o prazo para execução do serviço expirou.

O presidente da Câmara Municipal, Everton Ferreira, informou que o Legislativo chegou a protocolar um pedido para que a Prefeitura dê seguimento à obra e libere o acesso. Segundo ele, o fechamento da via ocorreu no final do ano, período em que o sistema legislativo da Câmara estava em recesso, sem possibilidade de protocolo de novas indicações. “O sistema legislativo reabre oficialmente em 2 de fevereiro. Mesmo assim, não fiquei inerte diante da situação. Fui pessoalmente à Prefeitura, entrei em contato com o secretariado, busquei informações e sigo acompanhando de perto o caso para que a alça de acesso seja reaberta o mais breve possível. A população não pode pagar o preço por problemas relacionados a uma área particular que não vem sendo devidamente cuidada”.

Everton também destacou a existência do Requerimento nº 776/2025, protocolado em 4 de dezembro de 2025 e lido em sessão no dia 8 de dezembro. O documento questiona a Prefeitura sobre diversos viadutos do município, incluindo a data da última vistoria no viaduto Mantovani. A Prefeitura respondeu em 6 de janeiro de 2026, período em que a via já estava interditada, informando que a última vistoria ocorreu em setembro de 2025. Segundo o parlamentar, esse documento oficial trata da situação estrutural dos viadutos e confirma que a Prefeitura tinha conhecimento do problema antes do fechamento da alça.

Perguntado sobre a possibilidade de prorrogação do prazo de reparo por parte da empresa responsável, Everton afirmou à Gazeta: “Até o momento, não temos informação oficial sobre o pedido de prorrogação por parte da empresa. No entanto, entendo que, caso esse pedido seja feito ao prefeito Murilo Félix, a prorrogação não deve ser concedida. Não é razoável que uma parcela significativa da população continue prejudicada e impedida de utilizar a alça de acesso por falta de responsabilidade do proprietário de uma área privada”.

Até o fechamento desta reportagem, a Prefeitura de Limeira não se manifestou.


 


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